A proprietária de uma barraca de praia, em Itacimirim, Mayana Cavalcante, 25 anos, não concorda com a “Lei Seca”, e acredita que os donos de estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas, jamais poderão fechar as portas às 22h. “Não vejo nesta lei, a medida mais viável para reduzir a violência, quem vive desse tipo de comércio, precisa dessa renda para sobreviver,” afirma Mayana.
Já o morador do bairro do Tororó, em Salvador, Marcelo Bonfim, 42 anos, acha que vai melhorar, mas não irá suprimir de uma vez por todas os excessos que a bebida alcoólica traz. Para Bonfim, a lei irá afetar a receita dos donos de bares, e conseqüentemente o emprego de muitas pessoas, ressalta que a medida irá beneficiar os donos de boates e bares que podem bancar segurança, e define a lei como elitista.”Não acredito que a lei seja “seca”, pelo fato de determinar o horário de fechamento em apenas alguns locais,” ressalta o morador.
O dono de um bar-restaurante no bairro da Ribeira, Sebastião Fagundes, 52 anos, normalmente fecha o estabelecimento às 22h, em períodos de baixa estação, por conta do fraco movimento, mas não vê a medida como solução. “ Em pleno verão, ter que fechar o restaurante às 22h, me trará grandes prejuízos,”afirma Fagundes.
Violência e Alcoolismo « Faleserio Disse:
on Setembro 28, 2007 at 12:50 am
[...] de estabelecimentos de comércio de bebidas alcoólicas vem causando polêmica entre a população soteropolitana. A diretora do Departamento de Crimes Contra a Vida (DCCV), da Polícia Civil, Marta [...]
“Lei seca” gera polêmica em Salvador « Atelier Web Notícias Disse:
on Setembro 28, 2007 at 12:59 am
[...] seca” gera polêmica em Salvador Projeto de lei pode fazer com que donos de bares fechem as portas mais cedo, numa tentativa de reduzir estatísticas da violência urbana e dos [...]